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Crise hídrica no Brasil estimula busca por novas tecnologias

Frisou-se, em matéria publicada pelo jornal O Globo da última terça-feira (13), o fato de que, pelo estresse hídrico vivido atualmente – que resulta na falta de água em abundância -, a busca por novas tecnologias tem sido estimulada.

Segundo o Instituto Trata Brasil (ITB), cerca de 3,5 mil piscinas olímpicas de esgoto são despejadas diariamente em rios e mares no país. Mas projetos que buscam combater o descaso histórico com a água não faltam. Novas tecnologias, como programas de dessalinização e o reúso da água não eram saídas exploradas no País. Mas, segundo a publicação, em tempos de crise, a dependência de reservatórios nos deixou vulneráveis, e nos fez olhar para além do horizonte.

Entre os projetos existentes, O Globo cita o do surfista americano Jon Rose, o “Waves for Water”, que já levou água potável através de filtros, inclusive, para 20 mil comunidades indígenas no Norte do Brasil. Além dele, o médico Marcus Vinícius Polignano focou no saneamento precário da bacia hidrográfica do Rio das Velhas, através do Projeto Manuelzão, que busca a revitalização dos rios locais.

Com estimativas populacionais que beiram 9 bilhões de pessoas no planeta em 2050, iniciativas como as conduzidas pelo surfista e pelo médico terão cada vez mais espaço. Agora, com a crise hídrica no Brasil, o uso de soluções através de novas tecnologias – antes ignoradas – torna-se imediata.

Fonte: O Globo, 13/01/2015

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