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Custo da energia para cloro-soda quase triplicou desde 2000

Estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que será divulgado amanhã (9/10) revela que o gasto médio de energia elétrica para produzir cloro-soda no Brasil caiu em 10% entre 2000 e 2013. O consumo específico foi reduzido de 3,6 MWh por tonelada 3,2 MWh/t.

De acordo com o diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Cloro, Álcalis e Derivados (Abiclor), Martim Afonso Penna, o estudo encomendado pela associação revela que a queda se deve ao esforço das indústrias em melhorar os indicadores de eficiência energética. E critica a qualidade da energia fornecida aos consumidores industriais.

“O setor está num processo de melhoria contínua de desempenho no uso racional de energia”, afirma. “Isso apesar das dificuldades na qualidade do fornecimento, com interrupções e desligamentos que fazem com que o consumo e os custos sejam maiores. O setor é eficiente, mas poderia ser muito mais se não fossem esses fatores externos”, completa Penna.

O avanço aconteceu a despeito de cenário adverso para a indústria, que na última década registrou aumento médio anual do custo de energia de 8,6%, superando em 3,1 pontos percentuais ao ano a taxa média de inflação no período (de 5,5% conforme variação do IPCA). O reajuste acumulado no preço da eletricidade equivale a 192%

O consumo total de energia elétrica do setor de cloro-soda, em 2013, foi de 4,4 milhões de MWh, sendo que o consumo na eletrolise da salmoura, o coração do processo, foi de 4 milhões de MWh.

Fonte: Brasil Energia, 08/10/14

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