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Energia do país não é competitiva para produzir, diz Alcoa

Em função dos altos preços da eletricidade brasileira a multinacional Alcoa anunciou, na última quarta-feira (14), a interrupção de atividades de duas linhas de produção, uma em Poços de Caldas (MG) e outra em São Luis (MA). Com a medida, deixam de ser produzidas cerca de 124 mil toneladas de alumínio no Brasil. Segundo o presidente da Alcoa na América Latina e Caribe, Franklin Feder, além de uma tarifa de energia mais competitiva, o religamento das unidades depende da recuperação dos preços do metal e de um câmbio favorável.
Feder chamou atenção para o fato de que a indústria de alumínio é a que mais sente o impacto do custo da energia no País, mas não é a única. Setores como petroquímica, siderurgia e cloro-soda também sofrem com a situação. Para o executivo, o Brasil terá de decidir se quer ter uma política industrial para o setor eletrointensivo ou se quer se transformar em um exportador de matéria-prima. “Do jeito que caminha, na atividade de alumínio vai ser exportador de bauxita e alumina e passa a ser importador de metal primário”, afirmou.
Fonte: Valor Econômico

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